Minas Gerais e Rio Grande do Sul podem enfrentar greves de policiais em breve. Esse é o diagnóstico do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da Proposta de Emenda à Constituição que unifica o piso salarial de policiais civis, militares e bombeiros,
“Os governos estaduais que mais trabalham contra a PEC (porque alegam não ter verbas) são Bahia, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul”, afirmou Faria de Sá ao UOL. “Minas Gerais e Rio Grande do Sul são Estados que têm expectativa de ter problema proximamente”, prevê.
“Os governos estaduais que mais trabalham contra a PEC (porque alegam não ter verbas) são Bahia, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul”, afirmou Faria de Sá ao UOL. “Minas Gerais e Rio Grande do Sul são Estados que têm expectativa de ter problema proximamente”, prevê.
Para o deputado, a aprovação da PEC 300 garantiria um clima de estabilidade às categorias e evitaria os conflitos com os governos estaduais. “O futuro da PEC 300 é igualar o salário oficial da Polícia Militar, Civil e bombeiros a R$ 3,5 mil. Atualmente, eles ganham em torno de R$ 2 mil”, explicou, em entrevista à Rádio Brasil.
O diretor de mobilização do Sindpol (Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais), Adilson Bispo, a insatisfação da categoria com uma possível não-aprovação da PEC 300 causaria manifestações no Estado.
“Não poderíamos segurar o ânimo dos policiais, apesar de sempre alertá-los para não fazerem manifestações portando armas. O que vai ocorrer é movimento parecido ao da Bahia se essa PEC ficar parada do jeito que está”, afirmou ao Uol.
Em 2011, cerca de 50% do efetivo da Polícia Civil paralisou atividades e só atendia a flagrantes. Em resposta, o Governo conseguiu a aprovação de um projeto que prevê aumentos escalonados de até 74% para a categoria em quatro anos.
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