O governo brasileiro doou US$ 1 milhão ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), passando a integrar o grupo de países que apoiam financeiramente a entidade de assistência humanitária na proteção às vítimas dos conflitos armados e de outras situações de violência.
Segundo o chefe da delegação do CICV para a Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, Felipe Donoso, a doação foi feita durante o encontro do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, com o presidente da entidade, Jakob Kellenberg, no último dia 13, em Genebra, na Suíça. Por meio de sua assessoria, o Itamaraty confirmou a doação.
Donoso atribuiu a “boa notícia” à maior projeção do país no cenário internacional. Recentemente, a revista britânica The Economist, uma das publicações de maior prestígio mundial, noticiou que o Brasil já se tornou um dos maiores doadores internacionais para projetos de caráter humanitário ou desenvolvimentista, seja por meio de programas como os da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento (Pnud) ou de Alimentos e Agricultura (FAO), seja por meio da participação em iniciativas como a Missão de Paz no Haiti.
O CICV já mantém no Brasil acordos de cooperação não-financeiros não só com o governo federal - que, entre outras ações, participou da operação de resgate de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) coordenado pela entidade - como também com diversos governos estaduais, como os de São Paulo e o do Rio de Janeiro, a quem oferece, entre outras coisas, cursos de capacitação em direitos humanos a policiais.
Com um orçamento anual estimado em cerca de US$ 1 bilhão, o CICV atua sobretudo em países onde haja conflitos armados deflagrados ou onde a dignidade humana esteja ameaçada. Em todo o mundo, a entidade conta com cerca de 100 milhões de colaboradores dispostos a atuar também em casos de catástrofes ambientais.
Segundo o chefe da delegação do CICV para a Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, Felipe Donoso, a doação foi feita durante o encontro do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, com o presidente da entidade, Jakob Kellenberg, no último dia 13, em Genebra, na Suíça. Por meio de sua assessoria, o Itamaraty confirmou a doação.
Donoso atribuiu a “boa notícia” à maior projeção do país no cenário internacional. Recentemente, a revista britânica The Economist, uma das publicações de maior prestígio mundial, noticiou que o Brasil já se tornou um dos maiores doadores internacionais para projetos de caráter humanitário ou desenvolvimentista, seja por meio de programas como os da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento (Pnud) ou de Alimentos e Agricultura (FAO), seja por meio da participação em iniciativas como a Missão de Paz no Haiti.
O CICV já mantém no Brasil acordos de cooperação não-financeiros não só com o governo federal - que, entre outras ações, participou da operação de resgate de reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) coordenado pela entidade - como também com diversos governos estaduais, como os de São Paulo e o do Rio de Janeiro, a quem oferece, entre outras coisas, cursos de capacitação em direitos humanos a policiais.
Com um orçamento anual estimado em cerca de US$ 1 bilhão, o CICV atua sobretudo em países onde haja conflitos armados deflagrados ou onde a dignidade humana esteja ameaçada. Em todo o mundo, a entidade conta com cerca de 100 milhões de colaboradores dispostos a atuar também em casos de catástrofes ambientais.
Nenhum comentário:
Postar um comentário