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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Secretaria de Minas diz que segundo mineiro foi identificado no México

Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social de Minas Gerais disse na tarde desta quarta-feira (15) que o Itamaraty confirmou que o corpo do mineiro Hermínio Cardoso dos Santos, de 24 anos, foi identificado entre os mortos na chacina no México, no dia 24 de agosto. Ele e mais 71 pessoas teriam sido mortos por integrantes do cartel Los Zetas, segundo sobrevivente equatoriano. O massacre aconteceu no estado de Tamaulipas, nordeste do país.
Segundo o Itamaraty, a Procuradoria-Geral do México, responsável pelas investigações, enviou um ofício nesta quarta-feira (15) ao Consulado do Brasil no México afirmando que as impressões digitais enviadas pelo governo brasileiro coincidem com dois corpos que estão no Instituto de Medicina Forense da Cidade do México. No ofício, segundo o Itamaraty, não constam os nomes dos brasileiros que teriam sido identificados. A morte de Juliard Aires Fernandes, de 20 anos, já havia sido confirmada pelo Itamaraty no dia 28 de agosto.
A Sedese disse que está providenciado o traslado dos corpos para Minas Gerais, e que a família de Santos já foi avisada da identificação do corpo.
Juliard Aires Fernandes era natural de Santa Efigênia de Minas e Hermínio Cardoso dos Santos é natural de Sardoá. As duas cidades estão localizadas na região do Vale do Rio Doce, a pouco mais de 300 quilômetros de distância de Belo Horizonte. Os dois jovens, que eram amigos, moravam em Sardoá e viajaram juntos para o México. Eles tentavam entrar ilegalmente nos Estados Unidos quando aconteceu a chacina.
De acordo com o prefeito de Sardoá, Edvaldo Carvalhaes de Souza, a cidade, que tem como principal atividade econômica a agropecuária, hoje tem como importante renda o dinheiro enviado pelos moradores que trabalham fora do Brasil. Esse envio de ajuda representa de 25% a 30 % da economia da cidade, diz o prefeito.
Souza explica que os agenciadores, que ajudam pessoas a entrarem ilegalmente nos Estados Unidos, agem escondidos e a prefeitura só fica sabendo que um morador saiu da cidade em um esquema ilícito quando chega ao destino ou quando acontece uma tragédia, como a de Tamaulipas. “Começou em Governador Valadares, há uns 20 anos, e como aqui tem muita influência de Governador Valadares, essas pessoas cresceram com a cultura, ou fantasia, de que os Estados Unidos é melhor do que o Brasil ou a região”, comentou o prefeito

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