
Depois de anos arquitetando sua vingança contra a família de Bete Gouveia (Fernanda Montenegro), Fred (Reynaldo Gianecchini) consegue o que sempre quis: deixá-los na miséria. Tudo fica mais fácil quando ele descobre os podres de Saulo (Werner Schünemann), que rouba grandes quantias da metalúrgica e as deposita num banco suíço. "Desvio de dinheiro, caixa dois, sonegação... Se a Receita ou o INSS descobre, pode muito bem ser o fim dessa maldita empresa", raciocina o vilão, lembrando-se da promessa que fez a si mesmo de destruir os Gouveia, ao ouvir os tiros com os quais seu pai se suicidou, em casa. Para chegar a seu objetivo, Fred não mede esforços. Chantageia Stela (Maitê Proença), afirmando que, se ela não lhe der provas das maracutaias do marido, contará a Saulo sobre seu caso com Agnello (Daniel de Oliveira). Depois, percebe que o caminho mais rápido é aproximar- se de Myrna (Kate Lyra). Um jantar a dois, um beijo caliente e o canalha consegue que a secretária madura lhe entregue a correspondência do banco suíço para o qual Saulo manda o dinheiro. De posse das cartas e de vários documentos que foi reunindo durante o tempo em que esteve na fábrica, Fred não apenas fica com o dinheiro como manda as provas de fraudes para os órgãos federais. Seu poder de destruição é sentido logo pelos Gouveia, mas o que o vilão não imagina é que a vingança contra ele será fatal e terrível.
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