
Uma operação conjunta entre o Ministério Público de Minas Gerais e as polícias Civil e Militar terminou com a prisão de cinco pessoas nos municípios de Uberlândia e Araguari, no Triângulo Mineiro. De acordo com a Promotoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos, o grupo seria responsável por criar sites de venda de produtos eletrônicos que, apesar de receberem o pagamento, não realizavam entrega de mercadorias aos clientes.
Segundo o Ministério Público, foram cumpridos sete mandados de prisão e cinco de busca e apreensão. Além dos presos em Minas, um sexto integrante da quadrilha foi detido em Brasília (DF).
Todos os suspeitos já tiveram as contas bancárias bloqueadas e foi decretada a indisponibilidade de seus bens. Conforme o MP, uma ordem judicial já determinou que os provedores retirassem os sites dos golpistas do ar. No lugar, serão exibidos avisos do Ministério Público.
O golpeDe acordo com as investigações, que começaram no último mês de março, o grupo atua desde 2008 e já teria feito mais de mil clientes vítimas. Os compradores se interessavam por produtos eletrônicos vendidos a preços abaixo do mercado nos sites criados pelos suspeitos, realizavam o pagamento e nunca recebiam os pedidos efetuados. Os sites ofereciam descontos para o pagamento à vista por meio de boleto bancário.
Após denúncias de diversos consumidores lesados, o Ministério Público passou a investigar a ação dos suspeitos. Os suspeitos também possuiam uma loja no centro de Uberlândia, que seria utilizada para a lavagem do dinheiro obtido com os golpes. Um integrante do grupo ainda está foragido.
Conheça os sites que, segundo o Ministério Público, faziam parte do esquema do grupo:
www.compradachina.com.brwww.comprasdachina.com.brwww.conectacomputadores.com.brwww.celulareschina.comwww.mercadodachina.com.br
Segundo o Ministério Público, foram cumpridos sete mandados de prisão e cinco de busca e apreensão. Além dos presos em Minas, um sexto integrante da quadrilha foi detido em Brasília (DF).
Todos os suspeitos já tiveram as contas bancárias bloqueadas e foi decretada a indisponibilidade de seus bens. Conforme o MP, uma ordem judicial já determinou que os provedores retirassem os sites dos golpistas do ar. No lugar, serão exibidos avisos do Ministério Público.
O golpeDe acordo com as investigações, que começaram no último mês de março, o grupo atua desde 2008 e já teria feito mais de mil clientes vítimas. Os compradores se interessavam por produtos eletrônicos vendidos a preços abaixo do mercado nos sites criados pelos suspeitos, realizavam o pagamento e nunca recebiam os pedidos efetuados. Os sites ofereciam descontos para o pagamento à vista por meio de boleto bancário.
Após denúncias de diversos consumidores lesados, o Ministério Público passou a investigar a ação dos suspeitos. Os suspeitos também possuiam uma loja no centro de Uberlândia, que seria utilizada para a lavagem do dinheiro obtido com os golpes. Um integrante do grupo ainda está foragido.
Conheça os sites que, segundo o Ministério Público, faziam parte do esquema do grupo:
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