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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Estelionatários dão golpes usando empresa inativa há 10 anos

Golpistas se apropriaram dos dados cadastrais de uma empresa inativa há mais de 10 anos e que funcionava em Poços de Caldas para aplicar golpes em pessoas de várias partes do país. Quem fez a denúncia à Polícia Civil foi o empresário Ronaldo Delaroli, dono da Cid Fectoring, que intermediava importações e exportações. Segundo ele, nas mãos dos estelionatários, a empresa dele virou uma financeira e já teria aplicado vários golpes pelo país.
A Cid Factoring Mercantil funcionava em um prédio no centro de Poços de Caldas. A empresa, que intermediava importações e exportações, paralisou suas atividades em 1999. Segundo o administrador da empresa, Hugo Lopes, criminosos fraudaram documentos, falsificaram assinaturas e usaram dados da empresa para forjar a abertura de uma financeira.
Em uma correspondência enviada em março deste ano, os estelionatários identificam a empresa com o nome fantasia de "Solução - Sua financeira". Eles usavam a razão social da Cid Factoring e o número do CNPJ era o mesmo da empresa verdadeira cadastrada na Receita Federal. O nome do proprietário da empresa desativada, Ronaldo Delaroli, também aparecia na correspondência como representante legal da empresa.
Os criminosos também teriam usado a Cid Factoring para fazer propaganda em veículos de comunicação de várias partes do país, mas não pagaram a conta.
Golpe do empréstimo
A suposta empresa fantasma também estaria envolvida em um outro tipo de golpe. segundo a Polícia, a empresa oferecia empréstimos com uma condição: os interessados precisariam depositar uma quantia antes de receber todo o dinheiro. Quatro pessoas, sendo duas do Estado de São Paulo, uma de Pernambuco e outra do Rio de Janeiro, caíram neste golpe. Elas contaram à Polícia que depositaram um valor, mas nunca receberam o empréstimo.
A Produção da EPTV ligou para o número que aparecia em um anúncio da empresa e constatou que o suposto golpe continua. O funcionário da financeira enviou uma proposta de financiamento para a EPTV em nome da Vitória Cred, que estaria instalada na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Mas o nome da cidade não constava no impresso. Além disso, um dos telefones para contato da empresa era do Leste de Minas.
O Delegado de Andradas disse que já enviou para a Polícia do Estado de Sergipe, onde ocorreu um dos golpes, os suspostos documentos falsificados, com os dados do empresário Ronaldo Delaroli. O caso também deve ser investigado naquele Estado.
A Assessoria de Imprensa do Banco Central informou que a Vitória Cred não é uma instituição autorizada a operar no mercado financeiro. Por esta razão, a empresa não é fiscalizada pelo Banco Central. As empresas que operam como instituições financeiras sem a autorização do banco estão sujeitas a várias penalidades previstas em Lei. O Banco Central informou ainda que a cobrança dos 10% por parte da Vitória Cred é ilegal.

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