Gravidez tranqüila, nascimento e os primeiros dois anos normais, assim relembra Tâmara Cláudia, mãe da pequena Larrisa de apenas cinco anos de idade. Mas um problema que despertou a atenção da família ao longo do terceiro ano de vida da criança, hoje é perceptível.
Larrisa sofre de Vara de Blount, segundo especialistas, a doença provoca modificações fisiológicas e patológicas do joelho que se devolvem de acordo com o crescimento do paciente. E quanto mais o tempo passa o problema se agrava, e se não corrigido, afazeres básicos como brincar, ir à escola, correr, andar de bicicleta vão se tornando impossíveis.
A avó Maria Claudiana de Jesus não esconde o seu maior medo, o de ver a neta para sempre em uma cadeira de rodas. Um temor que não é capaz de esconder o sonho “eu sonhei com ela andando, as pernas perfeitinhas”, lembrou a avó emocionada.
A família não tem condições de arcar com as despesas com o tratamento. Especialistas indicaram cirurgias de correção, mas tem sido longa a espera para uma criança em desenvolvimento. A mãe destaca que já procurou médicos em Caratinga e Belo Horizonte, foi informada que a cirurgia recebe a cobertura do SUS, porém, não há uma previsão de quando Larissa irá receber a oportunidade de iniciar o seu tratamento.
A doença vem acarretando outros problemas. Larissa está acima do peso, precisa de um medicamento específico no valor aproximado de R$ 30 para controlar a ansiedade, mas as condições financeiras da família não são favoráveis. “Ela precisou parar de tomar, eu não tinha o dinheiro para comprar. Vivo com um salário mínimo para pagar aluguel, água, luz e alimentação. Meu marido é mecânico, quando tem serviço ele tem condições, quando não tem trabalho, não tem dinheiro”, contou Maria.
E somente a pequena Larissa para acalmar o coração da avó, ao vê-la chorando, o abraço foi imediato e, segundo a avó, mais uma vez ela repetiu a frase que ela sempre ouve quando está triste. “Eu vou operar vovó”, disse Larissa.
A criança precisa de apoio de médicos e especialistas, tão pequena precisa da contribuição de uma saúde pública que não tem pressa. Mas para a pequena Larissa o tempo não para. A família desabafou e decidiu compartilhar o problema, em busca de um apoio para conseguir a cirurgia e garantir um presente e futuro melhores para Larissa.
Quem puder contribuir com esta família. Entre em contato com o Super Canal, através do e-mail contato@tvsupercanal.com.br ou pelo telefone (33) 3321-8215. O contato direto com a família é através do telefone (33) 8885-7513 (Flávia – tia de Larissa)