
Sob forte esquema de segurança e gritos de 'assassino', o goleiro Bruno Fernandes, seu amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, também conhecido como Paulista e Bola chegaram ao Departamento de Investigações (DI), na capital, por volta das 10h50 desta sexta-feira (9). A entrada foi isolada com cordas e cercada por policiais armados. Eles deixaram a penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, onde passaram a noite em celas comuns e isoladas.
Algemado e com o uniforme da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) e de chinelos, Bruno foi o primeiro a descer da viatura. Ele seguiu cercado de policiais e entrou no Departamento de Investigações de cabeça erguida, onde é aguardado para depoimento.
Em seguida, desceram o Macarrão e o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, também algemados e uniformizados. Depois de prestarem depoimentos, eles devem seguir para o Instituto de Criminalística para colher material genético. Segundo a polícia, os suspeitos não são obrigados a fazer os exames.
Para o chefe do Departamento de Investigações, delegado Edson Moreira, Bruno assistiu o assassinato de Eliza Samudio. A jovem teve um relacionamento com o goleiro no ano passado e tentava provar, na Justiça, a paternidade do filho de 5 meses, que seria do jogador. Ela está desaparecida desde o início do mês de junho, e já é considerada morta pela polícia.
Algemado e com o uniforme da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi) e de chinelos, Bruno foi o primeiro a descer da viatura. Ele seguiu cercado de policiais e entrou no Departamento de Investigações de cabeça erguida, onde é aguardado para depoimento.
Em seguida, desceram o Macarrão e o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, também algemados e uniformizados. Depois de prestarem depoimentos, eles devem seguir para o Instituto de Criminalística para colher material genético. Segundo a polícia, os suspeitos não são obrigados a fazer os exames.
Para o chefe do Departamento de Investigações, delegado Edson Moreira, Bruno assistiu o assassinato de Eliza Samudio. A jovem teve um relacionamento com o goleiro no ano passado e tentava provar, na Justiça, a paternidade do filho de 5 meses, que seria do jogador. Ela está desaparecida desde o início do mês de junho, e já é considerada morta pela polícia.
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